No dia 28 de agosto de 1963, três garotos, Fernando, Ronaldo e José Marcos Gomes Vidal,  estavam no quintal de sua casa, no Bairro Sagrada Família, em Belo Horizonte (MG). Era final de tarde e eles estavam lavando um coador de café quando observaram um enorme esfera luminosa a mais ou menos 8 metros de distância. O objeto, que era transparente, flutuava sobre um abacateiro.

  Dentro do objeto havia 4 seres, de aspecto estranho, sentados em um banco. Um dos seres era do sexo feminino, pois apresentava cabelos longos e louros, penteados para trás. Estavam vestindo um tipo de escafandro. Na cabeça usavam um capacete redondo e transparente. O uniforme era de cor castanho da cintura para cima e branco até os joelhos. As botas eram pretas. No tórax e nos membros a vestimenta era enrugada e feita de um material semelhante ao couro. Nas costas, havia uma caixa colorida.

        O objeto observado possuía uma antena na parte superior. Esta antena tinha o formato de V. Na ponta das antenas havia uma esfera. Em dado momento, o objeto projetou dois feixes de luz amarela. Entre os feixes desceu um dos tripulantes. O alienígena caminhou até as testemunhas. José Marcos, que estava tirando água de uma cisterna, não tinha visto o objeto e os seres. Os outros estavam juntou a uma parede. O alienígena estendeu o braço em direção de José Marcos. Fernando correu e empurrou José Marcos antes que ele fosse tocado pelo ET. As testemunhas e o alienígena ficaram se olhando por alguns instantes. O extraterrestre começou a gesticular, fazer movimentos com a cabeça e a falar em uma língua estranha. As testemunhas então puderam analisar melhor a aparência do extraterrestre. Possuía 2 metros de altura, tinha rosto de cor vermelha, sem nariz ou orelhas, boca com dentes brancos. Possuía um único olho, grande e escuro, no meio da testa. O olho era arredondado, sem esclerótida. Segundo José Marcos, havia uma mancha escura como um risco horizontal, na parte central. Sobre o olho, existia uma espécie de mancha escura que movimentava como uma sobrancelha.

        O ser sentou-se na borda da cisterna. Fernando pegou um tijolo e atirou em direção ao ser. O alienígena lançou um facho de luz amarela na mão do garoto. O facho luminoso saiu do seu peito. O alien virou-se para o objeto e acenou, como que indicando que estava tudo bem. As testemunhas então entenderam que o alienígena não queria lhes fazer mal. Não sentiram medo e permaneceram calmas.

        O extraterrestre apontou para a Lua, fazendo gestos, indicando que voaria para lá, ou que teria vindo de lá. Uma das testemunhas pensou consigo: "Será que ele volta?". O alienígena imediatamente acenou positivamente com a cabeça. Em seguida arrancou uma planta no solo e se colocou embaixo do objeto. Do objeto surgiram novamente os dois fachos de luz. O alienígena subiu ao objeto, que emitiu uma luz forte e disparou silenciosamente em direção ao céu.

Fonte de Pesquisa : GEPUC On-Line - Ufologia com Seriedade na Internet

 

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