O Caso Mirassol é
um dos mais extraordinários
casos de contatos
com ET`s registrados
no Brasil. O protagonista,
Antônio Carlos Ferreira,
na época guarda noturno,
manteve contatos com
ET`s em mais de 20
ocasiões. O primeiro
contato de Antônio
ocorreu em junho de
1979, quando ele era
guarda noturno na
construção da indústria
de móveis Trans-Fafá,
em Mirassol, próximo
à São José do Rio
Preto (SP). Antônio
morava ao lado da
construção e trabalhava
das 17h às 05h da
madrugada sendo que
dormia boa parte do
dia.
Na noite de 27 para
28 de junho de 1979,
Antônio Carlos Ferreira
fazia guarda tendo
como companheiro um
cão pastor alemão
chamado Hongue. A
cada 15 minutos Antônio
marcava seu cartão
ponto. Perto da meia
noite um caminhão
se aproximou e seu
motorista parou para
conversar com Antônio.
Eles notaram que o
caminhão começou a
apresentar problemas
sendo que o motorista
seguiu viagem.
Por volta das 03h
da madrugada de 28
de junho, Antônio
marcou seu cartão
ponto, amarrou seu
cão próximo, e dirigiu-se
ao banheiro. Então
ele notou que um objeto
descia no pátio, a
uns 60 metros de distância.
Ele foi verificar
e notou a presença
de três seres de baixa
estatura. Um deles
trazia uma pequena
caixa, de onde saiu
uma luz vermelha que
atingiu Antônio, que
ficou imobilizado.
Estes seres usavam
um uniforme branco
brilhante que cobria
totalmente os seus
corpos, incluindo
a cabeça. Não foi
possível observar
detalhes faciais.
Antônio notou que
eles tinham uma caixa
pequena no peito e
nas costas uma caixa
maior com um tubo
ligado diretamente
ao capacete na altura
do nariz e da boca,
conforme o desenho
abaixo:
No
peito, havia uma pequena
insígnia do lado esquerdo.
Dentro da nave, os
tripulantes também
usavam capacete
O objeto observado
por Antônio, tinha
formato oval, apoiava-se
em três pés e possuía
uma porta retangular.
Antônio foi levado
para bordo do objeto,
que decolou em seguida,
produzindo um zumbido
de transformador.
Após a decolagem Antônio
não lembra de mais
nada. Antônio acordou
em uma sala onde havia
12 seres. Alguns deles
tinham pele esverdeada,
e os outros tinham
pele escura. Sua linguagem
era estranha e sua
voz era mais aguda
que a humana, mas
era de aspecto agradável.
Os tripulantes conversavam
entre si.
Segundo o abduzido,
no exterior da nave
havia um circulo vermelho
que girava a grande
velocidade. Antônio
quis se aproximar
de uma janela, mas
os tripulantes fizeram-no
sentar novamente.
O objeto era iluminado
por luzes nas cores
vermelha e verde.
Antônio só lembra
de ter acordado, por
volta das 5 da manhã,
na porta do banheiro.
Ele estava atordoado
e tinha formigamentos
pelo corpo todo. Posteriormente
ele notou que haviam
manchas escuras espalhadas
pelo corpo, principalmente
nas costas.
A mãe de Antônio,
Dona Guaracy, que
sempre acordava cedo
para preparar o café,
notou que o filho
chegou transtornado
pela manhã.
Antônio sempre conversava
com ela quando chegava
e naquela manhã isso
não aconteceu.
Ele recusou o café,
tomou um banho e foi
dormir. Ela, pensando
que o filho estivesse
doente, perguntou
se o filho precisava
de alguma coisa. Ele
respondeu que estava
muito contente em
função da experiência
pela qual passou.
Dona Guaracy lembrou-se
que durante a noite
ouviu um barulho altíssimo.
Assustada, ela acordou
seu marido que disse-lhe
que o barulho provavelmente
vinha da caixa d'água.
Dona Guaracy afirma
ter ouvido este som
por mais de 15 minutos,
voltando depois a
incomodar por mais
algum tempo (note
que o som foi ouvido
no mesmo horário em
que o caminhão afogava
o motor). Dona Guaracy
procurou um vizinho,
chamado Alonso, e
posteriormente o chefe
da obra onde Antônio
trabalhava, pois acreditou
que se tratava de
roubo. Mais tarde,
ela procurou o policial
José Zanvello Neto
(Zézo) e contou-lhe
o que ouviu do filho.
Zanvello, então, verificou
o local do ocorrido.
Ele descobriu que
havia uma área circular
onde não havia pó.
Dona Guaraçy notou
que o capim do barranco
próximo do local estava
queimado. Mais tarde,
ela notou, quando
lavava as roupas do
filho, que o paletó
estava rasgado no
forro. Havia manchas
próximo ao bolso da
camisa, e a cueca,
usada na ocasião,
estava toda rasgada.
Um morador da região
testemunhou, mais
tarde, que observou
uma esfera luminosa
de cor avermelhada,
sobrevoar a região
da industria onde
Antônio trabalhava.
Outra moradora da
região, Neiva Ferreira
de Oliveira estava
com a televisão ligada
quando ouviu, mais
ou menos à meia-noite,
o mesmo ruído descrito
por dona Guaraçy. Além
disso, o cão que acompanhava
Antônio na ocasião,
apresentou distúrbios
de comportamento e
medo do local onde
ocorreu o contato.
Antônio passou por
duas seções de hipnose
regressiva na tentativa
de recordar-se do
que ocorreu durante
a abdução. As regressões
foram realizadas no
Instituto Braid -
Centro de Atendimento
Integrado de Psicologia
Parapsicologia e Aplicação
de Recursos da Mente,
situado na cidade
de São José do Rio
Preto (SP). As seções
foram conduzidas pelo
parapsicólogo Álvaro
Fernandes, do Grupo
Aura de Pesquisa Ufológica.
A primeira sessão
foi realizada em 5
de agosto de 1979,
e a segunda em 19
de agosto de 1979.
Não foi notada
qualquer contradição,
quer seja nos depoimentos,
quer sejam nas seções
de hipnose.
-- A regressão
Antônio lembrou-se
que o o cão pastor
alemão se encontrava
próximo ao banheiro
preso à guia. Quando
os seres estranhos
apareceram, ele tentou
ataca-los, sendo que
foi imobilizado imediatamente.
Após isso, os seres
apontaram uma luz
vermelha no rosto
de Antônio que sentiu-se
paralisado, sendo
então, conduzido para
o objeto. Antônio
não sentiu seus pés
tocarem o solo durante
o transporte até a
nave, o que sugere
que ele estava flutuando.
O OVNI também não
tocava o solo, permanecendo
estático alguns centímetros
acima dele. Ele era
metálico e dentro
notava-se cores amareladas.
Antônio notou que
haviam assentos, sendo
que um deles possuía
um painel redondo
com aparelhos e botões
acionados por um dos
tripulantes. A altura
foi estimada em 2
m, sem janelas, tendo
também uma pequena
porta retangular.
Deste objeto, Antônio
foi levado a uma sala
com algumas luzes
azuis, marrons e amareladas.
Antônio também não
sentia seus pés tocarem
o solo. O Et`s
levaram-no a uma sala
onde havia alguns
aparelhos. Nesta sala
haviam seres baixos
que vestiam uniformes
brancos que cobria
todo o corpo, com
exceção da cabeça.
Ele notou que haviam
dois tipos de seres
na sala. Alguns tinham
pele cor de chocolate,
olhos grandes e pretos,
sem cílios e sem sobrancelhas,
puxados como dos chineses,
nariz comprido, boca
grande com lábios
carnudos e queixo
pontudo e fino. Tinham
cabelo crespo, de
cor avermelhada, orelhas
grandes e pontudas
aparentando ter quase
o dobro do tamanho
da nossa. Os
outros seres observados
tinham pele esverdeada,
cabelos lisos e pretos,
nariz fino, olhos
puxados, boca grande
com lábios finos além
de orelhas e queixos
grandes e pontudos.
Todos os seres tinham
aproximadamente 1,20
m de altura e cabeça
grande desproporcional
ao corpo
Na sala onde Antônio
se encontrava, as
paredes tinham aspecto
metálico brilhante,
sendo que em uma delas
havia um painel grande
com luzes verdes e
vermelhas. Em outra
sala havia uma janela
por onde ele observou
a Terra à distância.
Na parede oposta à
janela, havia um quadro
com desenhos de cor
verde brilhante, semelhante
a um mapa que ofuscava
a visão quando se
olhava para ele. Um
dos aparelhos presentes
nesta sala tinha formato
retangular, com cinco
botões verdes e uma
luz redonda na parte
superior, da qual
saiam vários fios.
Esse aparelho era
semelhante à uma televisão,
embora não possuísse
uma tela de projeção.
Os tripulantes do
objeto colocaram Antônio
de frente para esse
aparelho. Este aparelho
teoricamente registrava
seus pensamentos.
Nesta mesma sala havia
uma mesa retangular
com diversos bancos
retangulares e redondos
de cor escura, onde
Antônio Carlos foi
colocado, deparando-se
com uma extraterrestre,
completamente nua,
que demonstrava claramente
suas intenções enquanto
tentava pegar em suas
mãos. Esta entidade
feminina seria mais
alta que os outros
tripulantes, sendo
sua altura estimada
em 1,50 m de altura,
sendo de pele marrom,
fria ao toque. Ela
possuía pêlos vermelhos
na região pubiana.
Em nenhum momento
a entidade pronunciou
qualquer palavra,
expressando-se apenas
por gestos. Ela tentou
em várias ocasiões
beijar Antônio. Este
sentia repulsa pela
entidade, que Antônio
considerou muito feia.
Quando ela tocava
Antônio, este sentia
choques elétricos
desagradáveis.
Depois de ser colocado
no divã, os tripulantes
do objeto tentaram
tirar a roupa do abduzido.
Antônio reagiu. Com
isso os seres fizeram
Antônio cheirar uma
substância com odor
muito forte. Antônio
enfraqueceu e os seres
puderam despir Antônio.
Estes seres retiraram
a roupa de Antônio
com certa violência,
o que produziu os
rasgos observados
pela mãe de Antônio,
Dona Guaracy. A fêmea,
tentou aproximar-se
novamente de Antônio,
tentando pegar na
mão dele. Com muita
repulsa Antônio repeliu-a
novamente.
Os raptores injetaram
uma substância na
veia de Antônio que
ficou totalmente paralisado.
No seu braço esquerdo
foi colocado um aparelho
de finalidade desconhecida.
Após isso, eles passaram
um óleo de cor escura
nas pernas, órgãos
sexuais, peito, costas
e nuca. Após isso,
eles fizeram com que
ele mantivesse relações
sexuais com a tripulante
fêmea. Deixaram-no
por um tempo com a
jovem e, finalmente,
resolveram tirar o
aparelho de seu braço
esquerdo, vestindo-o
de novo e passando
novamente o óleo em
suas pernas.
Durante todo o tempo,
os tripulantes falavam
entre si em um idioma
desconhecido. Porém,
Antônio entendia o
que diziam quando
se dirigiam a ele.
Em várias ocasiões
os seres falaram para
que Antônio não tivesse
medo, pois eram evoluídos
e não fariam mal a
ele. Eles afirmaram
serem originários
de outros planeta
e que tinham interesse
em produzir um ser
híbrido (meio humano
- meio alienígena)
e que este não seria
o ultimo encontro
entre eles. No próximo
encontro ele seria
informado através
de três sinais. Em
certo momento, Antônio
sentiu fome e os extraterrestres
ofereceram-lhe um
líquido escuro para
beber. Após
estes fatos, Antônio
foi levado à uma sala
escura, sendo posteriormente
levado para a nave
de transporte, sendo
devolvido ao local
de seu rapto.
No mês de setembro,
Ant6onio passou por
uma nova experiência.
Antônio Carlos tinha
ido à casa de sua
noiva. Quando estava
na sala de visitas
conversando com os
pais dela, estes sentiram-se
sonolentos, embora
fosse muito cedo para
ir dormir.
Quando ele estava
sozinho com a noiva,
Antônio observou uma
pequena esfera verde
que se movimentava
pela sala, aproximando-se
de Antônio. O objeto
parou atrás da garota
que imediatamente
adormeceu em seu ombro.
Ele sentiu formigamento
pelo corpo e percebeu
que os mesmos seres
queriam contatá-lo
novamente. Neste contato
disseram que os contatos
iriam continuar. Disseram
estar descontentes
com a regressão realizada
dias antes e que ele
deveria abandonar
o cigarro. Também
recomendaram que a
mãe de Antônio não
comentasse os eventos
com outras pessoas.
Recomendaram que Antônio
casasse apenas em
cartório. Após a mensagem
a esfera desapareceu.
A noiva de Ant6onio
acordou imediatamente
após isso.
Um
terceiro contato ocorreu,
sendo que desta vez
Antônio foi levado
para um local onde
havia várias naves.
Ele foi deitado em
uma cama, sendo forçado
a tomar um líquido
amarelo. Eles injetaram
outro líquido da mesma
cor em sua veia e
colocaram um aparelho
em seu braço esquerdo.
A seguir, lhe apresentaram
seu filho e a mãe
do garoto híbrido.
Sob hipnose, Antônio
descreveu a ET exatamente
da mesma forma que
havia feito na regressão
do primeiro
contato e o garoto
como sendo igual aos
da espécie da mãe.
Outros contatos se
repetiram, sendo que
sempre o mesmo tipo
de check up era realizado.
Numa das operações,
soube que estava sendo
preparado - com uma
marca no lado esquerdo
do corpo, semelhante
ao emblema que usavam
em suas roupas - para
que os seres extra-planetários
pudessem contatá-lo
sempre que fosse necessário.
Em de 16 de julho
de 1984, Antônio Carlos
foi levado novamente.
Desta vez ele foi
raptado quando ia
ao banheiro,
que ficava fora da
casa. Isso ocorreu
por volta de 0 1h
30 da madrugada, sendo
que Antônio recobrou
a consciência somente
às 08h num terreno
atrás de sua residência.
Havia uma marca de
injeção no seu braço
esquerdo. Através
de hipnose regressiva
descobriu-se que ele
foi sugado por uma
luz verde, passando
posteriormente pelas
mesmas experiências
anteriores. Desta
vez, Antônio observou
a presença de alguns
extraterrestres altos,
com cabelos compridos
e louros, olhos grandes
e azuis, com estatura
superior a 1,75 m.
Seus trajes eram diferentes
e não usavam emblemas
na vestimenta.
Após tomar um líquido
amarelo, Antônio foi
levado a um compartimento
onde vestiu um traje
espacial com capacete
munido de sistema
de respiração. Assim
ele foi levado para
conhecer o exterior
da nave. O local onde
a nave estava posada
parecia-se com uma
base de operações
com vários abrigos
e o que pareciam ser
robôs. O chão era
de areia muito fina,
no horizonte eram
visíveis montanhas
com picos em formato
de agulha, além de
crateras de variados
tamanhos. Tudo estava
encoberto por uma
neblina cinzenta.
Haviam diversos tipos
de seres no mesmo
local.
Em um contato posterior,
ocorrido em 4 de novembro,
Antônio acordou, por
volta das 22h30 m
e foi para o quintal.
Ao sair ele foi iluminado
por uma luz vermelha
que o puxou para a
nave. Neste contato
ele voltou para o
mesmo local do contato
de 16 de julho de
1984.
Em uma outra ocasião,
Antônio estava com
mais algumas pessoas
que testemunharam
seu desaparecimento
e posterior reaparecimento
em meio à uma ventania.
Ele era guarda municipal.
Trabalhava no turno
da noite e desapareceu
quando uma luz verde
surgiu. José Benedito
da Silva viu quando
Antônio virou uma
esquina, segundos
antes do surgimento
da luz. Ele e outros
guardas notaram a
ausência de Antônio
e realizaram buscas
na região na tentativa
de encontrá-lo. Por
volta das 4 horas
da manhã, eles ouviram
as arvores do quintal
da Delegacia Regional
Agrícola se agitar
como se estivesse
ocorrendo uma ventania.
O estranho é que só
aquelas arvores estavam
agitadas.
Eles foram averiguar
e encontraram Antônio
deitado de bruços,
desacordado. Seu corpo
estava gelado. Ele
só acordou por volta
das 4h 30m. Outros
contatos houveram
e provavelmente continuam
ocorrendo. No entanto
não tivemos maiores
informações.
Fonte
de Pesquisa : GEPUC
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