Na
madrugada de 22 de
maio de 1973, ocorreu
um dos mais extraordinários
casos ufológicos brasileiros.
Onilson Páttero viajava
em seu opala, indo
para Catanduva (SP),
quando observou alguém
pedindo carona na
estrada. Ele ofereceu
carona ao estranho
que era jovem, louro,
olhos azuis e com
cabelos curtos. Ele
usava uma camiseta
e uma jaqueta de couro.
Durante a viagem ele
conversaram e Onilson
notou que o estranho
carregava uma cigarreira
de prata, embora tenha
afirmado à Onílson
que não fumava. O
estranho se apresentou
como Alex, e pediu
para que Onílson o
deixasse 18 quilômetros
antes de chegar em
Catanduva, em um lugar
ermo.
Quando chegavam em
Catanduva, o motor
do carro de Onilson
parou. ele notou um
circulo luminoso azul
que estava envolvendo
o carro. Quando esta
luz atingiu o automóvel,
Onilson pôde observar
o motor através da
lataria do carro,
pois este havia tornado-se
translúcido. Logo
após Onilson observou
um objeto flutuando
a 15 metros de distância.
Dentro do carro a
temperatura se elevou
subitamente obrigando
Onilson a sair. Do
objeto saiu um tubo
de luz azul que atingiu
Onilson, que desmaiou.
Mais tarde ele foi
encontrado por dois
jovens que avisaram
a polícia.
Onilson foi levado
à um hospital pelos
policiais. No dia
seguinte surgiram
estranhas manchas
em seu corpo. Posteriormente
foi submetido à seções
de hipnose regressiva
na tentativa de esclarecer
os fatos relativos
à sua experiência.
Durante a regressão
ele recordou de ter
sido levado para dentro
da nave, onde observou
seres que ele chamou
de "os homens de peito
de aço". Quase um
anos depois, em 26
de abril de 1976,
Onílson passou por
uma nova experiência.
Desta vez ele foi
novamente envolvido
por aquela aquela
estranha luz azul
que deixou seu carro
transparente. Depois
foi levado para o
interior do objeto
que estava sobre a
estrada. Dentro do
objeto, Onilson encontrou
Alex (o rapaz da carona),
que disse para Onílson
não ter medo. Ele
foi amarrado por anéis
de aço, e viu surgir
a sua frente um clone
de si mesmo que usava
a mesma roupa com
a qual ele estava
em sua primeira abdução.
Onílson afirma ter
ficado na nave até
o dia 2 de maio, quando
foi devolvido a cerca
de 900 quilômetros
de onde foi pego em
Marilia. Onílson foi
encontrado em uma
fazenda perto da cidade
de Colatina no Espírito
Santo e depois de
ser levado para a
delegacia de policia,
Onílson ficou conhecido
pela imprensa local
como "o homem que
caiu do Disco Voador".
Fonte
de Pesquisa : GEPUC
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