Tudo é perdão,dentro da natureza,a fim de que a vida possa crescer,prosperar,e aprimorar-se,em nome do Senhor.

O sol perdoa o pântano e converte-o em terra proveitosa.

A árvore perdoa a tempestade que a dilacera e torna a florir para a colheita farta.

O chão perdoa o lixo que o avilta e transforma-o em adubo precioso.

O tronco perdoa o serrote que o desmemora e passa à condição de agasalho ou de utilidade geral.

O grão perdoa a mó que o oprime e produz a farinha alva.

A uva perdoa aos pés que a maceram e converte-se em vinho medicamentoso.

O lenho perdoa o braseiro e faz a chama que aquece o lar,dentro da noite fria.

A massa perdoa o calor terrível do forno e transforma-se em pão que enriquece a mesa.

O animal perdoa o homem que o conduz ao matadouro e faz o alimento que lhe apóia a saúde.

Nos fundamentos da vida,tudo é esquecimento do mal com a permanente exlatação do bem.

Sem o espírito de sacrifício não há progresso,como sem renùncia individual não há educação.

Se desejamos colaborar na Obra Divina tomemos nosso lugar no imperativo do perdão e auxiliemos sempre.

Desculpar incessantemente é renovar-se para a vida superior.

Não vale arquivar mágoas ou colecionar aflições que sempre acabam instilando em nosso corpo e em nossa alma os agentes da enfermidade ou da morte.

A existência reclama o olvido de toda treva para que o nosso caminho esteja sob o domínio da luz.

Recordemos o Cristo e saibamos esquecer todas as ofensas e todos os males,porque somente aquele que perdoa de modo integral consegue atingir a necessária e bendita renovação do próprio ser para a vida imperecível.

Emmanuel

Extraído do livro Escultores de Almas

psicografado pelo médium Francisco Cândido Xavier

 

 

 

 

Voltar

mensageirosdoceu.net - 2004 - 2009 - Todos os Direitos Reservados.