"Sou
filha adotiva, mas sempre fui muito
paparicada.
Quando
soube da adoção, aos 17
anos, não me abalei.
Tenho família, marido e filhos
e nenhuma razão para a solidão
que sempre me perseguiu.
Fiz
terapia convencional sem resultados.
Esse sentimento se tornou avassalador
com a morte de meu pai.
Procurei a TVP e voltei à vida
intra-uterina, percebi que absorvi a
sensação de abandono que
minha mãe biológica sofreu
porque isso encontrou eco em meu passado.
Em outra vida, fui uma pastora de ovelhas
que morreu sozinha, de inanição.
Ela
morava perto de uma serra. Meses depois
da terapia, meus sogros foram em férias
para Portugal.
Quase desmaiei quando reconheci a serra
da pastora no vídeo que eles
fizeram na viagem".
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